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A cetogênica não é veneno nem milagre. O que costuma pegar é a primeira semana, a fibra que some do prato e a dificuldade de sustentar a restrição por meses. E tem gente que não deveria começar sozinha: quem usa medicação contínua, gestantes, quem tem histórico de transtorno alimentar.
Sai o arroz, sai o feijão, sai a farofa. O que sobra para comer, como fica o restaurante por quilo, o churrasco e o almoço de domingo, e o que a primeira semana costuma cobrar de quem tenta a dieta cetogênica no Brasil.
Toda dieta cetogênica é low carb, mas nem toda low carb é cetogênica. A diferença está na faixa de carboidrato do dia, no estado de cetose e na origem clínica dela, criada em 1921 para tratar epilepsia. Uma dieta restritiva, que pede acompanhamento.
Sem o estimulante, sobram beta-alanina, citrulina e creatina, e cada uma tem um prazo e uma dose que a maioria dos potes não entrega. Onde a versão sem cafeína faz sentido (treino à noite, sensibilidade) e como identificar o produto que é só rótulo bonito.
A dúvida de quem treina para emagrecer não é qual fruta comer antes da academia. É se aquele lanche está sendo realocado dentro do dia ou somado por cima dele. O que a evidência diz sobre pré-treino, pós-treino e quando o horário realmente muda alguma coisa.
Quem treina às 6h da manhã, no intervalo do almoço, saindo do trabalho ou às 21h precisa de coisas diferentes antes do treino. O que manda é quanto tempo falta para começar. Guia prático com comida de verdade e barata para cada horário.
O PDF de cardápio que roda no WhatsApp costuma durar três dias. O problema quase nunca é a comida da lista: é que ela ignora a sua rotina, o seu bolso, o seu gosto e a sua necessidade calórica. O que a pesquisa mostra sobre adesão e o que fazer no lugar de baixar mais um arquivo.
Cardápio semanal barato que sai da lista de compras, não do Instagram: arroz, feijão, ovo, frango, sardinha em lata, banana e aveia. Exemplo educativo de sete dias, com a lógica de comprar pouco item e repetir bem, mais o que ele resolve e o que ele não resolve.
Cardápio copiado da internet morre na terça-feira. O método aqui é outro: partir da comida que você já come, montar o prato por estrutura (proteína, carboidrato, vegetal, gordura), repetir as mesmas refeições e ajustar pela média da balança ao longo das semanas.
Pesar comida serve para calibrar o olho, não para virar rotina eterna. O guia prático de como registrar o que come: quando usar a balança, por que registrar antes de comer, os quatro itens que mais bagunçam a conta e o momento de parar de contar.
Fermentado não é sinônimo de probiótico, e nem todo iogurte da gôndola tem cultura viva. O que a evidência mostra sobre kefir e kombucha, o que conferir no rótulo e como encaixar chucrute, missô e queijo curado numa rotina que cabe no orçamento.
Bisglicinato, dimalato, citrato, treonato, óxido e cloreto na mesma prateleira, com preços muito diferentes. O que muda de verdade na absorção, o que é só marketing e como decidir sem gastar à toa.
