Artigos sobre Fitness no blog da NuFocco.
VO2 máximo resume a aptidão cardiorrespiratória, mas laboratório, teste de campo e relógio não entregam a mesma medida. Entenda como estimar e acompanhar sem transformar um número em diagnóstico.
Esteira e rua são mais parecidas do que parece, mas vento, terreno, ritmo imposto e familiaridade mudam a sensação. Compare sem cair no mito do impacto zero.
Começar na esteira não exige correr direto nem perseguir uma velocidade pronta. Use caminhada, trote leve e progressão gradual para criar ritmo.
Flexão não precisa ficar fácil para sempre. Ajuste a inclinação do corpo, a amplitude, o ritmo e o esforço para continuar treinando peito em casa.
Um app pode tirar o treino do papel, mas vídeo bonito não garante um bom plano. Veja os sinais de progressão, adaptação e segurança que importam.
A dor que aparece dois dias depois do treino não é recibo de músculo crescendo. Ela mede novidade do estímulo, não qualidade. Veja o que a evidência diz e quando a dor vira sinal de alerta.
A regra de "só vale se não aguentar mais nenhuma" não se sustenta. Chegar perto da falha ajuda o músculo, mas ir ao limite total em toda série cobra caro. Entenda o RIR e pare no ponto certo.
Aparece na academia toda semana e o corpo continua igual? Na maioria das vezes o problema é um só: o estímulo parou de crescer. Veja como progredir de propósito, com um exemplo de números reais.
Aquela pontada na lombar depois do agachamento ou do terra costuma ter explicação simples: carga alta demais pro seu controle de hoje, core que não segura, técnica que escapou. Dá pra entender o que tá acontecendo antes de largar o exercício.
Se a sua lombar reclama depois de horas na cadeira, o problema costuma ser falta de movimento, não excesso. Veja seis exercícios simples que ajudam a soltar o quadril e acordar o glúteo e o core.
Aquela fisgada na lombar apareceu e bateu a dúvida: encosta tudo ou continua treinando? Na maioria das vezes a resposta não é parar, é reduzir. Mas tem sinais que pedem freio e médico. Veja quais.
Mesmos exercícios, mesma carga, há meses, e nada muda. Estagnar na academia quase nunca é falta de esforço: é falta de progressão de carga e de recuperação. O que costuma travar o progresso e por onde começar a destravar.